sábado, 30 de maio de 2015

a nossa pequena história


O teu primeiro olá e a minha dúvida persistente - respondo ou não respondo? Decidi responder, já lá vai quase 4 meses! Em 4 meses dissemos tanto um ao outro. Não me esqueço dos convites para o S. João, não me esqueço de que te convidei para a Viagem Medieval, não me esqueço que me abraçaste a medo, mas depois me tomaste nos braços como fosse apenas só tua, não me esqueço de que querias um beijo e te recusei, mas quando dei, senti um estremecimento no corpo, não me esqueço que o meu toque nas costas te provoca arrepios, não me esqueço que tens um fascínio pelo meu pescoço, não me esqueço do som compassado do teu coração junto ao meu ouvido, não me esqueço de me teres apertado contra ti para não fugir da abelha e de me protegeres. Também não consigo passar pelos sítios onde passamos e não me lembrar de ti, não consigo adormecer à noite e acordar de manhã sem verificar o telemóvel... Espero ansiosamente pela tua mensagem. Não deixes que isto morra assim. Não deixes!
A nossa história tinha tudo para dar certo, mas também tinha tudo para dar errado. Quero acreditar que ainda não é o seu fim!

domingo, 24 de maio de 2015

estou cansada da tua bipolaridade


"Quando quiseres ser feliz, sabes onde é a minha campainha..." - foi a melhor coisa que podia ter-te dito! 

quinta-feira, 21 de maio de 2015

não faz sentido nenhum


Não sei porque insistem em dizer-me que são forte, se quando ele não me fala morro por dentro; se quando ele aparece o meu corpo ainda estremece, se quando penso nisto me dá nauseas e se quando ouço isto choro!


p.s. Caso ainda andes por cá, quero que saibas que estou muito preocupada contigo!